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Anistia faz denúncia contra a China

A tortura e outras formas de violência, como o estupro, ainda constituem, na China, um método freqüente e sistematicamente utilizado pelas autoridades contra quem não obedece as leis, denunciou hoje a Anistia Internacional. Um informe da organização de direitos humanos com sede em Londres acusou Pequim de favorecer a tortura, ordenando aos funcionários do regime que recorram "a todos os meios" possíveis para obter resultados na campanha contra a criminalidade ou contra os movimentos considerados ilegais, como a seita Falun Gong. "Há anos - escreve a Anistia - o governo reconhece que a tortura é um problema grave, mas pouco faz para erradicá-lo". Destacando que a tortura não está limitada ao mundo policial e carcerário, a organização cita uma série de casos em que este método é freqüentemente utilizado. Já o estupro é uma pratica usada pelos policiais para obrigar as prostitutas a indicarem dados de seus clientes, quando estes são procurados. Também são vítimas de violência e perseguição os supostos ladrões de supermercados - alguns morreram sob tortura - e os clientes que fazem reclamações.

Agencia Estado,

12 de fevereiro de 2001 | 14h10

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