Ao lado do dalai-lama, McCain pede liberdade a tibetanos

O candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, John McCain, fez hoje um apelo para a China libertar os prisioneiros tibetanos, em encontro com o líder espiritual do Tibete, o dalai-lama, no resort turístico de Aspen, no Estado norte-americano do Colorado. "Eu insto ao governo chinês que liberte os prisioneiros políticos tibetanos," afirmou o candidato republicano. Após a reunião com o dalai-lama, McCain disse que os Jogos Olímpicos de Pequim serão uma oportunidade para a China mostrar ao mundo que respeita os direitos humanos. Ele também afirmou que o dalai-lama apenas luta para preservar os direitos básicos da cultura, do idioma e da religião do povo tibetano. "É por isso que eu fico tão desapontado com os repetidos comunicados dos funcionários chineses, que descrevem o dalai-lama com ações e visões totalmente diferentes do que ele na realidade representa. Essa retórica (da China) não ajuda a causa das mudanças pacíficas e da reconciliação," disse McCain."Sua Santidade representa o profundo desejo de milhões de tibetanos por dignidade básica e direitos humanos. Sua abordagem pacífica e seu trabalho de uma vida inteira são uma inspiração para milhões de americanos", disse McCain, enquanto apertava as mãos de um sorridente dalai-lama.

AE-AP, Agencia Estado

25 de julho de 2008 | 21h13

Tudo o que sabemos sobre:
eleiçõesEUAJohn McCain

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.