Daniel Irungu/Estadão
Daniel Irungu/Estadão

Ao lado do presidente do Quênia, Obama defende direitos iguais aos homossexuais

Políticos quenianos tinham advertido o presidente dos EUA a não abordar o tema durante sua visita ao país; no Quênia, é ilegal ser homossexual e pode levar a 14 anos de prisão

O Estado de S. Paulo

25 de julho de 2015 | 16h08

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu neste sábado no Quênia direitos iguais aos homossexuais e comparou com os direitos dos afroamericanos em seu país e com a homofobia que sofreu nos EUA.

Obama afirmou também que é errado que os cidadãos cumpridores da lei tratem de forma diferente quem eles amam por causa de uma lei. No Quênia, e em muitos países da África, é ilegal ser homossexual e pode levar a 14 anos de prisão.

O presidente dos EUA disse que ele tem sido consistente em pressionar o problema quando ele se encontra com líderes africanos e que ele é "dolorosamente consciente" do que acontece quando um governo trata algumas pessoas de forma diferente.

Obama foi questionado sobre os direitos aos homossexuais durante uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente do país, Uhuru Kenyatta. Políticos quenianos tinham advertido Obama a não trazer o tema sobre direitos aos homossexuais durante sua visita ao país.

Em resposta, o presidente do Quênia disse que esta não é uma questão para o seu país "e que o direito dos homossexuais não é o problema mais importante aos quenianos". Fonte: Associated Press

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