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Ao menos 25 pessoas morrem durante atentado em Damasco

Grupo xiita libanês Hezbollah acusa os Estados Unidos de estarem por trás da ação

Efe,

06 de janeiro de 2012 | 14h27

DAMASCO - Pelo menos 25 pessoas morreram e outras 46 ficaram feridas no atentado suicida desta sexta-feira, 6, que ocorreu no bairro al-Midan de Damasco, na Síria.

 

As forças de oposição atribuíram o atentado ao regime de Damasco, enquanto o grupo xiita libanês Hezbollah atribuiu o atentado às "forças do mal americanas que tentam internacionalizar a crise síria".

Em comunicado, o Hezbollah considerou que o crime faz parte de um plano dos EUA para ocultar seu fracasso no Iraque e constitui "uma nova prova que tentam sabotar a segurança e a estabilidade da Síria, em uma tentativa de castigá-la por sua luta, junto à Resistência (libanesa), contra o inimigo sionista (Israel)".

Finalmente, o movimento xiita, firme aliado do regime sírio de Bashar al-Assad, apresentou suas condolências às "famílias dos mártires" e desejou pronta recuperação aos feridos.

O atentado também foi condenado pelo ministro de Relações Exteriores libanês, Adnan Mansur, que vê nele "o início de uma nova etapa perigosa que não atingirá somente a Síria, mas também abrirá caminho para outros atentados terroristas que transpassarão as fronteiras".

O chefe da diplomacia libanesa assegurou também que "a sensatez das autoridades e do povo sírio permitirão instaurar a estabilidade e apagar a fagulha da crise e do terrorismo.

 

Com agências de notícias.

 

 

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