AP Photo/Evan Vucci
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Apenas 33% dos americanos aprovam primeiro semestre de Trump na presidência

Pesquisa da Universidade de Quinnipiac registra o mais baixo índice de aprovação do político republicano desde que ele assumiu a Casa Branca; levantamento também aponta que 69% dos americanos querem que ele pare de usar o Twitter

O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2017 | 09h48

WASHINGTON - Apenas um terço dos americanos aprova a gestão de Donald Trump após os seis primeiros meses de seu mandato na presidência dos Estados Unidos, enquanto que a rejeição ao magnata chega a 61%, segundo pesquisa da Universidade de Quinnipiac, no Connecticut, divulgada na quarta-feira.

O índice de 33% de aprovação é o mais baixo registrado por Trump nos levantamentos desta universidade, superando os 34% obtidos no início de junho. A pesquisa revela que 55% dos americanos "reprovam fortemente" Trump, enquanto que outros 6% o "reprovam de alguma maneira", alcançando a cifra global de 61%, a mais alta dos últimos seis meses.

Trump também perde entre os cidadãos brancos sem estudos universitários, que foram sua principal fonte de votos nas eleições, com uma rejeição de 50% e uma aprovação de 43%. Já entre os republicanos, 76% o aprovam e 17% o rejeitam.

Além disso, 52% dos entrevistados desaprovam sua gestão da economia, 59% são contrários a sua política externa, o mesmo porcentual que rejeita sua política migratória, enquanto que 65% não são favoráveis a sua administração da saúde.

Sobre a personalidade do presidente, 62% acreditam que ele é desonesto, 63% consideram que ele não tem habilidades de liderança e 59% afirmam que ele não se preocupa com o americano médio. Além disso, 69% querem que ele pare de usar o Twitter.

A pesquisa foi realizada entre 27 de julho e 1º de agosto, dias depois que Trump e os republicanos fracassaram em sua tentativa de derrubar o Obamacare e substitui-lo com uma reforma que deixaria milhões de americanos sem cobertura médica.

O levantamento foi realizado com 1.125 eleitores registrados de todo o país e tem margem de erro de 3,4%. / EFE

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