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Apesar das restrições, peruanos seguem com protestos

Em desafio evidente ao estado de emergência decretado pelo governo, uma frente cívica convocou para terça-feira uma greve na cidade de Arequipa, para exigir a anulação da medida. Nesta segunda-feira, milhares de pessoas, entre trabalhadores, estudantes e professores em greve realizaram marchas nas cidades de Tacna, Puno, Huancayo, Chiclayo e Trujillo, gritando em coro lemas contra o governo do presidente Alejandro Toledo e pedindo a suspensão do estado de exceção, disseram emissoras de rádio e de televisão. Segundo as informações, em Huancayo as forças de segurança cercaram a praça central, impedindo a entrada de manifestantes, e bloquearam uma ponte, de onde lançaram granadas de gás lacrimogêneo, impedindo a passagem das pessoas que tentavam transitar pela rua principal. Em Trujillo, a polícia dispersou com gás lacrimogêneo dezenas de docentes em greve que invadiram a praça principal para protestar, e deteve 11 deles que se dirigiam à sede local do ministério da Educação. Enquanto isso, Toledo convocou à sede do governo os dirigentes da Confederação Geral dos Trabalhadores do Peru, líderes de alguns partidos políticos e representantes dos empresários, em busca de uma solução para a crise social que enfrenta. A reunião, segundo a assessoria de imprensa presidencial, foi de caráter reservado.

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