Apoio de China e Rússia a pedido da ONU isola Assad

O Conselho de Segurança da ONU emitiu uma declaração presidencial ontem pedindo ao governo da Síria que autorize a entrada "imediata e sem restrições" de autoridades das Nações Unidas no país, incluindo a subsecretária para assuntos humanitários, Valerie Amos. Mesmo sem ter o peso de uma resolução, a declaração do Conselho mostra um aumento do isolamento do regime de Bashar Assad, uma vez que contou com o apoio da China e da Rússia.

O Estado de S.Paulo

02 de março de 2012 | 03h01

A declaração cita "o crescente número de civis afetados, a falta de acesso adequado a serviços médicos e a escassez de comida em áreas atingidas pela violência como Homs, Hama, Deraa e Idlib". No passado, russos e chineses vetaram resoluções condenando o governo da Síria. Em agosto, Moscou e Pequim concordaram com uma outra declaração do Conselho.

Também ontem, o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDH) condenou o regime sírio por violações generalizadas e sistemáticas contra a população civil e pediu a abertura de corredores humanitários no país. A resolução teve apoio de 37 dos 47 países-membros do órgão. China, Rússia e Cuba votaram contra. / GUSTAVO CHACRA

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