EFE/EPA/DAN HIMBRECHTS
EFE/EPA/DAN HIMBRECHTS

Após 16 horas, polícia australiana invade café ; três morrem, diz TV

Ao menos quatro pessoas ficaram feridas, segundo a ABC; 11 pessoas conseguiram deixar café tomado por um sequestrador armado 

O Estado de S. Paulo

15 de dezembro de 2014 | 13h30



(Atualizada às 16h56 ) SYDNEY, AUSTRÁLIA - A polícia australiana invadiu começo da tarde desta segunda-feira, 15 ( madrugada de terça na Austrália) o Café Lindt, no distrito financeiro de Sydney, onde um autodeclarado clérigo islâmico armado mantinha reféns há mais de 16 horas. Segundo a TV pública australiana ABC, três pessoas morreram e cinco ficaram feridas - uma brasileira - na operação, três em estado grave. Pelo menos 11 foram libertadas sem danos. Os mortos seriam o suspeito e duas vítimas - um homem de 33 anos e uma mulher, de 38.


Depois de cinco reféns terem deixado o café durante a madrugada, mais seis pessoas escaparam do cerco enquanto ao menos duas explosões eram ouvidas. A polícia invadiu o local.

Não se sabe quantas pessoas eram mantidas reféns pelo autoproclamado clérigo, identificado como Man Haron Monis, um imigrante iraniano conhecido por ameaçar soldados australianos que lutaram no Afeganistão. 

A família da brasileira Márcia Mikhael diz que ela está entre os reféns ."Ela mandou uma mensagem para minha irmã dizendo que estava entre os reféns", disse à Globonews um dos irmãos da brasileira, que é natural de Goiás e vive na Austrália. Ainda de acordo com a família de Marcia, ela passa bem. O Itamaraty não confirma a presença dela entre os reféns. / REUTERS, AP e EFE

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