Tim Krochak/Getty Images/AFP
Tim Krochak/Getty Images/AFP

Após buscas, polícia aumenta para 23 número de mortos no pior ataque a tiros do Canadá

Atirador ficou ativo por mais de 14 horas e percorreu cinco diferentes comunidades antes de ser abatido

Redação, O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2020 | 18h14

OTTAWA - A polícia canadense elevou nesta terça-feira, 21, o número de mortos no pior ataque a tiros da história do Canadá, após realizar buscas em 16 locais que foram cenários do crime. O número de vítimas chegou a 23. 

"Acreditamos que serão 23 vítimas, incluindo uma de 17 anos. Todas as outras são adultas, homens e mulheres", disse a Polícia Montada Real do Canadá em um comunicado, dando detalhes das descobertas em casas e veículos incendiados no ataque do último sábado, 18.

"Recuperamos restos algumas vítimas nos locais de incêndio", informa o comunicado, observando que pelo menos cinco casas e prédios, além de veículos, foram incendiados pelo atirador Gabriel Wortman.

"Algumas das vítimas eram conhecidas por Gabriel Wortman, enquanto outras não", acrescentou o comunicado da polícia.

Wortman, 51 anos, desencadeou terror na noite de sábado na cidade costeira de Portapique, Nova Escócia. Usando um autêntico uniforme da polícia e um carro muito parecido com os quer pertencem à Real Polícia Montada do Canadá, o atirador conseguiu ficar ativo por quatorze horas, percorrer cinco comunidades e abrir fogo contra vítimas em 16 diferentes cenas de crime. 

O Canadá, um país onde os tiroteios em massa são raros, ainda questiona as circunstâncias e motivações de Wortman, enquanto a polícia tenta encerrar a primeira etapa da investigação, completando o número de mortos. /AFP

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