Após escândalo, plano para reforçar segurança real inglesa

Motivado pelo escândalo criado por um repórter que conseguiu emprego como criado de libré do palácio de Buckingham, um relatório sobre a segurança da família real britânica, divulgado hoje, recomenda a designação de um diretor de segurança para garantir vigilância mais estreita sobre seus membros. Assessores da realeza e do governo se viram em dificuldades para explicar a negligência em torno da segurança da rainha Elizabeth II e seu família e hóspedes, depois que o tablóide The Daily Mirror publicou, em novembro do ano passado, uma série de matérias do jornalista Ryan Parry, que conseguiu emprego no palácio usando referências falsas. As reportagens davam detalhes das preferências da rainha para o café da manhã, fotos dos quartos reais e relato dos deveres de Parry, que incluíam entregar chocolates nos aposentos de um hóspede muito especial, o presidente George W. Bush e sua mulher, Laura. O relatório da Comissão de Segurança diz que um novo diretor de segurança deve supervisionar um plano anual e assegurar vigilância mais severa sobre os aspirantes a um emprego ou visitantes dos palácios reais.

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