Após fiança, médico de Jackson só volta à corte em abril

O doutor Conrad Murray, médico do falecido astro pop Michael Jackson, terá de comparecer perante um juiz novamente no dia 5 de abril para ser informado sobre a data do próximo importante passo do processo: a apresentação, pela primeira vez, das evidências com base nas quais os promotores pretendem comprovar que a morte do Rei do Pop foi causada por "negligência grave". Depois de ter-se apresentado perante um tribunal na Califórnia, ontem, o médico se declarou inocente da acusação de homicídio culposo e foi libertado mediante pagamento de fiança de US$ 75.000.

AE-AP, Agencia Estado

09 de fevereiro de 2010 | 08h54

O juiz Keith Schwartz apreendeu o passaporte de Murray e determinou que o médico está autorizado a viajar apenas dentro das fronteiras dos Estados Unidos. Murray foi ordenado a reapresentar-se perante a Justiça em 5 de abril, quando será marcada a audiência preliminar do caso - uma espécie de minijulgamento - na qual serão reveladas as evidências obtidas pelos promotores para demonstrar que houve "negligência grave" por parte do médico.

Murray é acusado de ministrar em Michael Jackson uma dose letal de anestésico na tentativa de ajudar o astro pop a dormir. O artista morreu em 25 de junho. Caso seja considerado culpado, o médico estará sujeito a pena de até quatro anos de prisão.

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