Após golpe, Guiné-Bissau tem nome para governo de transição

Artur Sanhá, secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS), deverá ser o primeiro-ministro do governo de transição em Guiné-Bissau, depois do golpe de Estado de 14 de Setembro, indicaram fontes políticas e militares.O dirigente do PRS, partido fundado pelo deposto presidente Kumba Ialá em 1992, surge como um elemento de consenso no interior do Comitê Militar para a Reposição da Ordem Constitucional e Democrática (CMROCD) liderado pelo general Veríssimo Correia Seabra, que esteve à frente do golpe.O nome de Artur Sanhá na chefia do executivo de transição, cuja duração e composição estão ainda a ser negociadas entre o comitê militar e a comissão civil, incluindo os partidos, reúne o apoio de vários setores políticos e da sociedade civil.

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