Justin Lane/EFE/EPA
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Após investigação do FBI, Guarda Nacional afasta 12 agentes que trabalhariam na posse de Biden

Dois deles postaram e enviaram mensagens de texto com opiniões extremistas sobre o evento

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de janeiro de 2021 | 17h35

WASHINGYON - Autoridades do Pentágono afirmaram que 12 membros da Guarda Nacional que trabalhariam na posse do presidente eleito Joe Biden foram afastados após uma investigação do FBI. Entre eles, dois postaram e enviaram mensagens de texto com opiniões extremistas sobre o evento, que acontece na quarta-feira, 20. 

As autoridades não relataram nenhuma ameaça específica a Biden.

Duas autoridades americanas disseram à agência Associated Press que todos os 12 tinham laços com grupos de milícia de direita ou postaram opiniões extremistas online. As autoridades, um oficial sênior da inteligência e um oficial do Exército, não disseram a qual grupo marginal os membros da Guarda pertenciam ou a que unidade serviam. Os oficiais não foram autorizados a falar publicamente e falaram com a agência Associated Press sob a condição de anonimato.

O general Daniel Hokanson, chefe da Guarda Nacional, confirmou na terça-feira que os membros da Guarda foram removidos e mandados para casa, mas disse que apenas dois fizeam comentários ou compartilharam textos inadequados relacionados à posse. Os outros 10 foram afastados por "outras questões potenciais", que podem envolver atividades criminosas anteriores, mas não diretamente relacionadas ao evento inaugural.

Os funcionários disseram à Associated Press que todos foram removidos por causa de "responsabilidades de segurança". /AP

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