Após manifestações, Tailândia prorroga lei de segurança

Movimento tenta derrubar a primeira-ministra do país e pediu ocupação de prédios do governo

O Estado de S. Paulo,

25 de novembro de 2013 | 12h16

(Atualizada às 16h) BANGCOC - A primeira-ministra da Tailândia, Yingluck Shinawatra, prorrogou nesta segunda-feira, 25, a vigência de uma lei emergencial de segurança na maior parte de Bangcoc e cidades próximas para fazer frente a uma onda de protestos contra seu governo.

A medida foi anunciada depois de manifestantes contrários a ela terem ocupado partes das instalações dos Ministérios das Finanças e das Relações Exteriores. Cerca de mil manifestantes forçaram a entrada no Ministério das Finanças e os líderes do movimento convocaram a ocupação de prédios do governo em uma tentativa de derrubar Shinawatra.

O Departamento de Relações Públicas é uma ramificação do gabinete do primeiro-ministro responsável pelas publicações oficiais do governo e abriga a Rádio Tailândia, que veicula notícias e dados oficiais em inglês e tailandês.

A Lei de Segurança Interna autoriza autoridades locais a interditarem ruas, agirem contra ameaças à segurança, imporem toque de recolher e proibirem o uso de dispositivos eletrônicos em áreas determinadas. A lei permite a realização de manifestações pacíficas.

Manifestações contra o governo começaram no mês passado e tiveram como estopim um projeto de lei apoiado que concederia anistia ao irmão da premiê, o ex-primeiro-ministro deposto Thaksin Shinawatra, sem que ele cumpra a pena de prisão pela qual foi condenado em 2008 por corrupção./ REUTERS e AP

 

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