Korean Central News Agency/ Korea News Service via AP
Korean Central News Agency/ Korea News Service via AP

Após novo míssil, Coreia do Sul desiste de tentar diálogo com Kim

Mesmo com tom mais sutil, China também se posicionou: resoluções do Conselho de Segurança não podem sem postas em xeque

EFE e Reuters, O Estado de S.Paulo

15 Setembro 2017 | 06h22

A Coreia do Sul desistiu de tentar usar o diálogo para conseguir barrar o projeto nuclear de sua vizinha Coreia do Norte. Após o novo lançamento de míssil, o segundo teste no mês de setembro, Seul afirmou que pode destruir o país vizinho. A China também se posicionou nesta sexta-feira, 15.

+++ Presidente da Coreia do Sul muda posição após novo míssil de Pyongyang

"O diálogo é impossível em uma situação como essa", dise Moon Jae-in, presidente da Coreia do Sul em uma reunião do COnselho Nacional de Segurança, no qual foi condenado o novo teste de Kim Kong-un. Segundo apuou a agência de notícias local, Yonhap, a o governo sul-coreano entende que o regime vizinho "desafia as advertências da comunidade internacional. 

O chefe do Executivo sul-coreano afirmou que seu país se defenderá enquanto vela pelas sanções ao regime de Pyongyang. "Podemos deixar a Coreia do Norte incapaz de se recuperar".

Pouco após o lançamento do teste pela Coreia do Norte, Seul ordenou o disparo de dois misseis balísticos, que saíram da fronteira entre dois países. A ação foi uma resposta à Kim.

Na China, o posicionamento contra o novo lançamento veio de ministério das relações Exteriores, que se opôs à ação norte-coreana. O porta voz Hua

Chunying pediu uma resolução diplomática para a tensão nuclear na região e com os Estados Unidos. Ele também afirmou que a China já fez grandes sacrifícios para implementar as medidas e resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que não deveriam ser questionados, ultrapadassados ou colocados em cheque.  A China tem poder de veto no Conselho. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.