Peter Nicholls / Reuters
Peter Nicholls / Reuters

Após prisão, o que teria acontecido com o gato de Assange?

Animal se tornou uma estrela das redes sociais com suas páginas chamadas ‘Gato da Embaixada’; no dia em que o fundador do WikiLeaks foi preso, seguidores estavam preocupados com o destino do animal

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2019 | 07h49

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, foi preso no dia 11 de abril, mas uma dúvida permanecia no ar: o que teria acontecido com o gato de estimação do australiano que vivia com ele na embaixada do Equador em Londres?

A segurança do animal era uma preocupação para os milhares de seguidores que o animal tem em suas páginas no Twitter e no Instagram - chamadas “Gato da Embaixada”. Independente da opinião dos internautas com relação a Assange, o gato se tornou uma estrela das redes sociais.

As páginas do animal também eram uma extensão para Assange promover suas políticas, divulgando suas causas. Mas se o objetivo com o gato era dar uma cara nova à política espinhosa envolvendo um homem que era considerado um fugitivo internacional, deu certo.

No dia da prisão de Assange, diversas pessoas questionavam nas redes sociais qual seria o destino do gato. Pouco se sabia sobre o paradeiro do animal e havia relatos de que ele teria deixado o prédio da embaixada meses atrás.

No entanto, neste fim de semana, o WikiLeaks confirmou em sua conta no Twitter que o animal “está em segurança”. “Assange pediu aos seus advogados que o resgatassem das ameaças da embaixada em meados de outubro. Eles serão reunidos em liberdade”, informou.

Apesar de ser conhecido como Gato da Embaixada, Assange disse em 2017 em uma entrevista ao New York Times que ele chamava o animal de Michi ou Cat-stro. A conta do animal no Twitter, com mais de 30 mil seguidores, não teve novas publicações desde outubro de 2017. / Com NYT

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