Daniel Dal Zennaro/EFE/EPA
Daniel Dal Zennaro/EFE/EPA

Após se tornar líder em mortes, Itália avalia lockdown

Medida pode estender para todo o território italiano um toque de recolher noturno e o fechamento de todas as lojas, bares e restaurantes

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de dezembro de 2020 | 21h32

A imprensa italiana noticiou nesta segunda-feira, 14, que o governo avalia colocar todo o país sob “zona vermelha” de bloqueio da véspera do Natal até 2 de janeiro. A medida pode estender para todo o território italiano um toque de recolher noturno e o fechamento de todas as lojas, bares e restaurantes – só poderiam ficar abertos os supermercados e as farmácias. 

A discussão de ampliação das restrições começou depois que autoridades se disseram chocadas com cenas de aglomerações em todo o país no fim de semana. As autoridades temem que com as festas de Natal e ano-novo, os números de novos casos e mortes possam explodir em janeiro.

Autoridades de saúde devem entregar ao governo um plano para estabelecer as novas restrições, informou o jornal Corriere Della Sera. Há duas hipóteses: colocar todo o país em uma zona laranja, com bares e restaurantes fechados, mas o comércio em geral aberto, ou na vermelha, onde tudo se fecharia e seria preciso autorização até para sair de casa. O primeiro-ministro, Giuseppe Conte, porém, está relutante em fechar o país de novo. No final de semana, a Itália passou o Reino Unido em mortes – tem 65.011 – e agora é o país da Europa com mais óbitos. / AFP e REUTERS

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.