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Após ser assassinada, brasileira tem diploma de médica emitido na Nicarágua; veja o documento

Documento foi concedido pela universidade em que Raynéia Gabrielle Lima estudava em uma cerimônia organizada por estudantes e diretores da instituição

O Estado de S.Paulo

27 Julho 2018 | 00h33

A Universidade Americana de Manágua concedeu nesta quinta-feira à brasileira Raynéia Gabrielle Lima, morta a tiros em Manágua, o diploma de Medicina em uma cerimônia organizada pela direção e os estudantes da instituição onde ela cursava o sexto ano de Medicina. Raynéia estava perto de terminar o curso e já fazia residência.

A brasileira trabalhava como médica do Hospital Carlos Roberto Huembes, da polícia nicaraguense. Segundo a embaixada brasileira em Manágua, ela havia saído do trabalho, onde era plantonista, quando foi vítima dos disparos.

 

A Nicarágua enfrenta uma onda de violência que matou 295 pessoas, segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A ONG Associação Nicaraguense pelos Direitos Humanos afirma que houve 448 mortos.

Raynéia ingressou ainda com vida no Hospital Militar Escuela Doctor Alejandro Dávila Bolaños às 23h30 de segunda-feira. O disparo tinha comprometido o fígado, o pulmão direito e o coração, segundo o governo. 

 

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