Aprovação do casamento gay nos EUA é inevitável, diz vice-presidente

Segundo Biden, debate está mudando como ocorreu sobre a presença de homossexuais no Exército

Agência Estado

24 de dezembro de 2010 | 16h11

WASHINGTON - O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta sexta-feira, 24, que as políticas em relação aos homossexuais estão evoluindo e é "inevitável" que em breve haja um consenso nacional sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Segundo ele, está havendo com o casamento gay o mesmo que aconteceu com o debate sobre a presença de homossexuais no exército. Biden falou a um jornal matutino da rede de televisão ABC.

 

O casamento gay é proibido na maioria dos Estados americanos. O presidente dos EUA, Barack Obama, disse recentemente que seu pensamento sobre o tema está mudando, mas se mostrou partidário das uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, para garantir proteções e direitos similares ao matrimônio. O presidente afirmou que ainda luta com a ideia de casais homossexuais terem direito a se casar.

 

Na quarta-feira, Obama promulgou a histórica lei revertendo a proibição de homossexuais nas Forças Armadas. A lei encerrou a política de 17 anos de obrigar os gays a ocultarem suas preferência sexuais, sob o risco de serem expulsos do exército.

 

Em cartas à tropa, porém, os quatro chefes das Forças Armadas afirmaram que a proibição segue em vigor até que sejam formuladas regulamentações concretas sobre o tema.

 

Funcionários do Departamento de Defesa disseram não saber quando o Pentágono deve concluir seu plano para introduzir as novas resoluções. Uma vez certificado esse plano, sua implementação deve levar 60 dias. As informações são da Associated Press.

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