Stephen Crowley / The New York Times
Stephen Crowley / The New York Times

Arábia Saudita prende 431 suspeitos de integrar o Estado Islâmico

Segundo as autoridades, com as prisões foram frustrados atentados contra mesquitas, forças de segurança e uma missão diplomática

O Estado de S. Paulo

18 de julho de 2015 | 12h22

RIAD - A Arábia Saudita prendeu 431 pessoas suspeitas de pertencer a células do Estado islâmico, evitando ataques a mesquitas, forças de segurança e a uma missão diplomática, informou o Ministério do Interior neste sábado.

"O número de pessoas presas até agora soma 431, a maioria sauditas, além de suspeitos de outras nacionalidades. Seis operações suicidas sucessivas que tinham como alvo mesquitas na província oriental e seriam lançadas a cada sexta-feira, combinadas com assassinatos de homens da segurança, foram evitadas", diz o comunicado divulgado pela agência oficial SPA.

"Planos terroristas para atingir uma missão diplomática e instalações de segurança e do governo na Província de Sharurah, além do assassinato de homens da segurança foram impedidos", informou o governo.

Em abril, A Arábia Saudita colocou as forças de segurança em alerta para um possível ataque de militantes contra uma instalação petrolífera ou um shopping.

A Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo e aliado estratégico dos Estados Unidos, tem sido alvo de grupos militantes jihadistas durante anos, incluindo a Al Qaeda e o Estado Islâmico.

O governo de Riad vem realizando ataques aéreos contra rebeldes houthi, aliados do Irã, no vizinho Iêmen desde 26 de março, em um conflito no qual nove membros de suas forças de segurança foram mortos por fogo transfronteiriço.  / REUTERS

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