Arafat põe grupo terrorista na ilegalidade

A Autoridade Nacional Palestina, presidida por Yasser Arafat, colocou na ilegalidade a ala militar da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), organização que assumiu a autoria do assassinato de um ministro israelense, na segunda-feira. Funcionários da Autoridade Palestina também disseram que oito ativistas da FPLP em Gaza e outros três na Cisjordânia foram presos. A ação de Arafat contra a FPLP aconteceu um dia depois de o governo de Israel suspender todos os contatos com a Autoridade Palestina e emitir um ultimato: de que Arafat entregue os responsáveis pelo assassinato do ministro Rehavam Zeevi ou "Israel não terá escolha senão declarar que a Autoridade Palestina é uma entidade que apóia o terrorismo e agir de acordo", nas palavras da resolução adotada pelo Parlamento israelense. Tropas israelenses apoiadas por tanques entraram em duas aldeias palestinas na Cisjordânia e mataram duas pessoas; segundo médicos locais, as vítimas eram um homem palestino armado e uma menina de 12 anos.Leia o especial

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