Argélia justifica recepção da família de Kadafi

A Argélia autorizou a entrada da mulher e de três filhos do líder da Líbia, Muamar Kadafi, por "razões estritamente humanitárias", afirmou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Amar Belani, nesta terça-feira.

AE, Agência Estado

30 de agosto de 2011 | 09h04

Questionado pela France Presse sobre um pedido emitido pelo Conselho Nacional de Transição (CNT) pelo retorno dos filhos - Aisha, Mohammed e Hannibal -, e da segunda mulher de Kadafi, Safiya, bem como por detalhes de onde eles estão, Belani afirmou: "Estas pessoas foram aceitas vindas da Líbia por razões estritamente humanitárias."

Em e-mail, o porta-voz disse que o país informou o fato ao secretário-geral das Nações Unidas, ao presidente do Conselho de Segurança da ONU e ao presidente do conselho executivo do CNT.

Na segunda-feira, a chancelaria líbia anunciou a chegada da família à Argélia. O ministro da Justiça dos rebeldes, Mohammed al-Allagya, disse à France Presse que enviaria um pedido às autoridades argelinas para que a família de Kadafi seja enviada de volta à Líbia.

Não se sabe o paradeiro do próprio Kadafi. O guarda-costas de um de seus filhos disse, segundo a Sky News, que na última vez em que o líder foi visto ele se dirigia ao sul líbio, após realizar reuniões em Trípoli. As informações são da Dow Jones.

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