Argentina condena 15 à prisão perpétua por mortes na ditadura

Neste ano, o filho de uma das vítimas reencontrou a avó, Estela Carlotto, líder do grupo 'Avós da Praça de Maio'

AP

25 de outubro de 2014 | 08h49

BUENOS AIRES - A Justiça Argentina condenou e sentenciou à prisão perpétua 15 ex-militares, policiais e civis pelo sequestro, tortura e morte de dezenas de dissidentes durante a ditadura no país, entre 1976-83.

Outras quatro pessoas foram sentenciadas a 12 ou 13 anos de prisão e dois réus foram absolvidos.

Entre as vítimas estava Laura Carlotto, filha da fundadora do grupo 'Avós da Praça de Maio'. O filho recém-nascido de Laura foi retirado dela pouco antes de sua execução, em 1978, em um centro que fica em uma área rural da província de Buenos Aires e entregue para um casal para adoção. Em agosto, depois de exames de DNA, o filho de Laura se reuniu à avó, Estela Carlotto, líder das 'Avós da Praça de Maio'.

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