Argentina foi modelo de controle

O modelo de controle sindical adotado pela Argentina nos anos 40 pelo populista Juan Domingo Perón é um mais lembrados quando o tema é a relação dos sindicatos com o Estado. O governo argentino garantia à Confederação Geral do Trabalho (CGT) o monopólio da representação dos trabalhadores. Em troca, Perón obtinha dos líderes dessa organização fidelidade e cooperação para a adoção de seus projetos. Durante 60 anos, o chamado modelo sindical peronista não apenas resistiu a todas as tentativas de derrubá-lo como saiu fortalecido de cada uma delas. O monopólio da CGT só começou a ser derrubado no ano passado por uma decisão da Suprema Corte de Justiça.

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