Argentina não quer disputar corrida armamentista

O chanceler argentino assegurou que seu país não tem a intenção de entrar numa corrida armamentista com seus vizinhos e prefere utilizar melhor o dinheiro enfrentando as necessidades sociais de sua população. Foi assim que Adalberto Rodríguez Giavarini respondeu a perguntas sobre a decisão dos Estados Unidos de venderem ao Chile os 12 caças-bombardeiros F-16 com que o país pretende renovar sua frota aérea. "Temos um diálogo excelente com todos os países limítrofes, há uma grande coordenação (entre os países) na esfera defensiva e militar. De modo que a posição que eu expresso é a de meu país - onde, evidentemente, acreditamos que o equilíbrio de forças, sobretudo em termos de potencial bélico, deve ser mantido", disse ontem o chanceler argentino. Quanto à decisão de comprar os aviões F-16, ela compete ao Chile, disse Giavarini aos repórteres após encontrar-se com o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e entregar-lhe a ratificação argentina do estatuto que criou a Corte Criminal Internacional.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.