Agustin Marcarian/REUTERS
Agustin Marcarian/REUTERS

Argentina registra novo recorde diário de mortes por covid-19

Apesar de apresentar leve queda no número de novos contágios, o país confirmou mais 283 óbitos em 24 horas

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de agosto de 2020 | 02h44

BUENOS AIRES - A Argentina confirmou nesta quarta-feira, 19, mais 283 mortes por covid-19, um recorde diário no país vizinho, o que elevou o total de vítimas do novo coronavírus a 6.330, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

Ainda segundo o boletim da pasta, foram reportados mais 6.693 casos de infecção pelo coronavírus, 147 a menos que ontem, e desde o começo da pandemia houve 312.659 contágios. No entanto, os óbitos confirmados hoje representam aumento de 48 em comparação com a terça-feira.

Dos 312.659 casos positivos de coronavírus detectados pelas autoridades sanitárias argentinas desde 3 de março, 1.163 são importados, 79.219 são contatos próximos de pessoas infectadas anteriormente, 191.037 são casos de circulação comunitária e 41.240 estão sob investigação epidemiológica.

A província de Buenos Aires continua sendo a região com mais contágios até agora, com 194.502, dos quais 4.303 foram comunicados nesta quarta-feira. Em seguida, aparece a cidade homônima, com 80.346 infecções relatadas, 1.094 delas hoje.

Além da situação crítica em Buenos Aires, a Argentina vive um agravamento da crise sanitárias em regiões como Jujuy, Mendoza, Córdoba e Santa Fé.

"O número de casos trazidos por outras províncias fora da região metropolitana de Buenos Aires tem sido significativo nas últimas semanas", advertiu a secretária de Acesso à Saúde da Argentina, Carla Vizzotti, no seu relatório diário.

Por outro lado, de acordo com fontes oficiais, há 228.725 pacientes que já receberam alta, enquanto 1.795 pessoas com diagnóstico confirmado de Covid-19 permanecem em unidades de cuidados intensivos.

A percentagem de ocupação de UTIs por todos os tipos de patologias é de 57,8% a nível nacional, mas 68,1% se levadas em conta apenas Buenos Aires e o seu entorno./EFE

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