Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Arizona aprova projeto de lei contra contratação de ilegais

O Parlamento do Arizona, Estados Unidos, aprovou na quinta-feira, 15, um projeto de lei que proíbe aos empregadores contratarem imigrantes ilegais, quando souberem da situação migratória deles. A resolução exige que as empresas garantam em declarações juradas que cumprem a disposição.A iniciativa também estipula que os governos locais e estatais usem a base federal de dados para verificar se os solicitantes de emprego estão habilitados para trabalhar nos Estados Unidos. Os legisladores recusaram a proposta que exigia que todos os empregadores revisassem a situação migratória de todos os seus trabalhadores no Arizona, estado fronteiriço com o México.O Senado vai discutir agora o projeto aprovado pelos deputados por 46 votos contra 13.O representante republicano, Russel Pearce, autor do projeto, disse que ele protege os empregados honestos daqueles que barateiam a mão-de-obra."Estamos mostrando que é mais conveniente cumprir a lei", disse Pearce. "Aqui no Arizona não vamos tolerar as pessoas" que erram ao contratar ilegais. Existe uma lei federal que proíbe a contratação consciente de imigrantes ilegais, os legisladores do Arizona disseram que os agentes federais não têm cumprido plenamente a legislação.De maneira geral, as empresas são acusadas de incentivar a imigração ilegal com a contratação de imigrantes ilegais. O Centro Hispânico Pew calcula que um de cada 10 trabalhadores no Arizona é ilegal.A pena para quem contratar ilegais é de até um ano de prisão, multa de 2,5 mil a 50 mil dólares e a suspensão da licença comercial.Quem reincidir três vezes no delito pode ser preso por até 18 meses, multas entre 10 mil e 150 mil dólares e a revogação da licença.

Agencia Estado,

16 de março de 2007 | 04h03

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.