Armas seriam destruídas

Em setembro passado, após o ataque químico que matou centenas de pessoas em Damasco, Estados Unidos e Rússia chegaram a um acordo para a eliminação das armas químicas do regime de Bashar Assad.

O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2014 | 02h01

O plano previa a destruição do arsenal químico sírio até meados de 2014. O governo sírio, em luta contra grupos rebeldes há três anos, concordou em entregar seu arsenal, que inclui precursores de agentes nervosos letais como gás sarin, mostarda e enxofre.

Na semana passada, especialistas a bordo de um navio de carga transformado em um destruidor de armas químicas avaliado em milhões de dólares disseram que estavam prontos para começar a trabalhar no estoque sírio no meio do Mar Mediterrâneo em maio.

No entanto, o processo está atrasado. A Síria já perdeu o prazo de 5 de fevereiro para entregar ou destruir 1,3 mil tonelada de agentes químicos que declarou possuir. Em meados de março, não cumpriu o prazo para destruir uma dezena de instalações de produção e armazenamento. O governo atribui os atrasos a problemas de segurança para transportar os produtos químicos até o porto mediterrâneo de Latakia.

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