Arranha-céu corre risco de desabar na Venezuela

Vinte e seis pisos de um dos edifícios mais altos da Venezuela e sede de vários ministérios, localizado no centro da capital, se incendiaram na madrugada de hoje. Segundo o chefe dos bombeiros de Caracas, Rodolfo Briceño, a causa do fogo ainda não foi determinada. De acordo com ele, 25 bombeiros ficaram feridos durante a operação de extinção do fogo. Segundo o ministro do Interior, Jesse Chacón, o edifício corre o risco de desabar por causa das altas temperaturas e da duração do incêndio, de mais de 15 horas. Devido aos temores de colapso, todos os prédios vizinhos foram evacuados. O Museu Contemporâneo de Caracas, anexo à torre teve mais de 100 de suas obras retiradas às pressas. O incêndio começou no 34º andar da torre leste do complexo de dois edifícios Parque Central. O prédio tem 56 andares. Segundo Briceño, o sistema de bombeamento de água não funcionou adequadamente, e os bombeiros estão tendo dificuldade para apagar o fogo. "O edifício não possuía normas próprias de extinção de incêndio", disse ele. Uma forte chuva que começou a cair sobre Caracas na tarde de hoje trouxe a esperança de que o fogo seja extinto mais rapidamente.

Agencia Estado,

17 Outubro 2004 | 17h17

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