Rungroj Yongrit/ EFE
Rungroj Yongrit/ EFE

Asean fecha posição comum em relação a maior acordo comercial do mundo

Associação de Nações do Sudeste Asiático é a favor de um megatratado de livre-comércio que criaria a maior aliança econômica ao reunir 40% do PIB mundial

EFE, O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2019 | 02h31

BANGCOC - Os líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) e outros seis países da região da Ásia-Pacífico fecham neste domingo, 23, em Bangcoc uma posição comum em relação a um megatratado comercial, que criaria o maior bloco econômico do mundo.

O primeiro-ministro da Tailândia, Prayut Chan-ocha, pediu unidade da Asean em relação ao aumento do protecionismo em alguns países da economia mundial, em referência velada à guerra comercial entre Estados Unidos e China, durante um discurso no último dia da cúpula realizada em Bangcoc.

A Asean - criada em 1967 e formada por Miamar, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã - é firme partidária do multilateralismo e um dos principais incentivadores da Associação Econômica Integral Regional (RCEP), um megatratado de livre-comércio que criaria a maior aliança econômica do mundo ao reunir quase 40% do PIB mundial.

Prayut ressaltou que até o final do ano espera-se fechar o pacto sobre o RCEP, onde participam as nações da Asean junto com Austrália, China, Índia, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, que criaria um mercado conjunto de 3,4 bilhões de pessoas.

O bloco do Sudeste Asiático completou até o momento sete dos 20 pontos do RCEP, que começou a ser negociado em 2012 e sofreu vários atrasos por causa das divergências entre os parceiros.

 

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