Assange decide ficar na embaixada do Equador

O fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, confirmou ontem que permanecerá na Embaixada do Equador em Londres, ignorando a exigência da polícia britânica para que ele se entregasse e pudesse prosseguir seu processo de extradição para a Suécia, onde é acusado por duas mulheres de crimes sexuais. Susan Benn, porta-voz de Assange, disse que seu cliente continua em busca de asilo político e ficará na embaixada durante todo o período de análise do pedido pelas autoridades equatorianas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.