Assassino era salafista, seita ultrarradical

Segundo as informações reveladas ontem pelos serviços de inteligência da França, o atirador de 23 anos era devoto de uma seita ultrarradical do Islã, o salafismo, que prega o retorno completo aos valores e práticas dos primeiros muçulmanos. Mas Mohamed Merah, cidadão francês nascido em Toulouse de família argelina, jamais usou a barba longa e as roupas tradicionais dos salafistas, segundo amigos do atirador. Conhecidos dizem que ele era "quieto" e "educado". Segundo a procuradoria, ele se "autorradicalizou" e não passou por instituições ligadas ao terror salafista. Foi pelo menos duas vezes travar a "guerra santa" no Afeganistão e Paquistão com seu próprio dinheiro.

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