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Assembleia Geral da ONU lamenta ordem de detenção de Bashir

Segundo Brockmann, a decisão adotada por essa corte prejudica os esforços para conseguir a paz no mundo

Efe,

05 de março de 2009 | 15h21

O presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel d'Escoto Brockmann, lamentou nesta quinta-feira, 5, a ordem de detenção emitida na quarta-feira pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente sudanês, Omar al-Bashir. Veja também: Sudão diz que EUA e Europa devem ser julgados em Haia Desertor sudanês diz que recebia ordens para estuprar meninasEspecial: os conflitos no Sudão e a crise em Darfur Blog: Darfur, enfim, tem um réu. E agora, Lula? Perfil: Militares e fundamentalistas levaram Bashir ao poder TV Estadão: Google Earth mostra devastação no Sudão Segundo Brockmann, a decisão adotada por essa corte prejudica os esforços para conseguir a paz e a justiça no mundo. Em entrevista coletiva, em Genebra, Brockmann disse estar "muito triste" com essa decisão que "acho - disse - que está mais motivada por razões políticas do que realmente pelo desejo de fazer avançar a causa da justiça no mundo". O presidente da Assembleia Geral da ONU acrescentou que "teria sido preferível acusar certos dirigentes de países poderosos", após o que, e em resposta a uma pergunta, esclareceu que "as maiores atrocidades foram cometidas nos últimos anos no Iraque". "Estou muito preocupado com a manipulação da justiça internacional. Isso não contribui para a causa da paz", acrescentou.

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