Associação diz que 66 jornalistas foram mortos em 2010

A Associação Mundial de Jornais, entidade que representa jornais de todo o mundo, informou que 66 jornalistas funcionários de empresas de comunicação foram assassinados no ano passado por causa de sua profissão. O número foi menor do que o registrado em 2009, quando 99 jornalistas foram mortos.

AE, Agência Estado

12 de janeiro de 2011 | 16h41

A associação, sediada em Paris, disse que o México e o Paquistão são os países mais perigosos para esses profissionais. Em cada um desses países, dez jornalistas foram mortos em 2010. O grupo disse que os narcotraficantes no México e os insurgentes no Paquistão foram responsáveis pela maioria dos crimes. Segundo declaração do grupo, divulgada hoje, em todo o mundo os jornalistas são "alvos por investigarem o crime organizado, o tráfico de drogas, corrupção e outros crimes".

De acordo com o relatório de outra entidade, Repórteres Sem Fronteiras, 57 jornalistas foram assassinados no ano passado. As informações são da Associated Press.

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