Paul Weidenbaum/dpa via AP
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Ataque com faca em mercado da Alemanha deixa um morto e vários feridos

De acordo com informações da polícia, o agressor foi preso perto do local depois que testemunhas o seguiram e alertaram as autoridades; a polícia não disse qual foi a motivação do crime

O Estado de S.Paulo

28 Julho 2017 | 11h54
Atualizado 28 Julho 2017 | 16h07

HAMBURGO, ALEMANHA - Pelo menos uma pessoa morreu e várias ficaram feridas nesta sexta-feira, 28, depois que um homem as atacou com uma faca em um mercado na cidade alemã de Hamburgo, informou a polícia.

De acordo com as autoridades, o responsável pela ação foi preso perto do local do ataque depois que testemunhas o seguiram e informaram as autoridades sobre o ataque. Segundo informações, o agressor tem 26 anos e é originário dos Emirados Árabes Unidos.

"Não dispomos ainda de informações confiáveis sobre as razões do ataque e sobre o número de pessoas feridas", indicou uma autoridade da polícia. O agressor "entrou no supermercado e começou a atacar clientes", acrescentou.

O jornal alemão Bild publicou em seu site uma foto do agressor com uma sacola branca e coberto de sangue. De acordo com o veículo, ele teria gritado "Alá é grande" antes de atacar.

"Trata-se de um agressor solitário. As primeiras informações evocavam uma tentativa de roubo como possível razão, mas isso não foi confirmado", disse a polícia de Hamburgo em sua conta no Twitter.

As imediações do supermercado, que fica no bairro de Barmbek, estão cercadas e fechadas ao trânsito em um amplo perímetro, mas as autoridades não confirmaram que o alerta antiterrorista foi acionado, como noticiou o tabloide "Bild" em um primeiro momento.

Além disso, as fontes policiais indicaram que se trata de apenas um agressor, ao contrário de algumas versões de meios de comunicação locais, que veicularam que a polícia estaria buscando um possível cúmplice nas imediações do supermercado.

O bairro de Barmbeck fica no nordeste de Hamburgo e é uma zona residencial de classe média, com grande proporção de habitantes de origem estrangeira. /AFP, AP, EFE e REUTERS

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