Brendam Smialowski/AFP
Brendam Smialowski/AFP

Ataque de hackers a sistema da Sony foi 'vandalismo cibernético', diz Obama

Para o presidente dos EUA, o ocorrido não foi um ato de guerra por parte dos norte-coreanos

Estadão Conteúdo

21 de dezembro de 2014 | 12h45

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que a invasão do sistema de informática da Sony Pictures por hackers norte-coreanos foi um caso de "vandalismo cibernético", e não um ato de guerra. Em entrevista transmitida neste domingo pela CNN, Obama também afirmou que a Casa Branca está estudando como responder ao ataque.

"Não acho que tenha sido um ato de guerra. Acho que foi um ato de vandalismo cibernético que custou muito caro. Levamos (o assunto) com muita seriedade. Vamos responder à altura", disse Obama.

Obama confirmou ainda que o governo americano considera a possibilidade de reintegrar a Coreia do Norte à lista de países que, segundo Washington, patrocinam o terrorismo. Os norte-coreanos foram retirados da lista em 2008, durante o governo de George W. Bush.

Na semana passada, a Sony Pictures, subsidiária americana da Sony Corp., desistiu de lançar o filme "A Entrevista" após a invasão por hackers e ameaças de violência contra salas de cinema que o exibissem. A produção, com os atores James Franco e Seth Rogen, é uma comédia sobre um complô para o assassinato do presidente norte-coreano, Kim Jong-un, por dois jornalistas americanos.

A invasão resultou na divulgação de dezenas de milhares de e-mails confidenciais de funcionários da Sony, além de arquivos sobre seus negócios. Fonte: Dow Jones Newswires.

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