Farah Abdi Warsameh / AP
Farah Abdi Warsameh / AP

Ataque de militantes islâmicos a ministério na Somália mata 17

Segundo a polícia, o principal suspeito do atentado é o grupo radical Al-Shabab, ligado à Al-Qaeda, que tem realizado ataques no país

O Estado de S. Paulo

14 de abril de 2015 | 09h45


 MOGADÍSCIO - Militantes islâmicos atacaram o Ministério da Educação Superior na capital da Somália nesta terça-feira, 14, provocando duas grandes explosões antes de homens armados invadirem o local e entrarem em confronto com forças de seguranças, disseram testemunhas e a polícia. Ao menos 17 pessoas morreram - 8 civis, 2 militares e 7 militante.

Segundo a polícia, o principal suspeito do atentado é o grupo radical Al-Shabab, ligado à Al-Qaeda,  que tem realizado ataques semelhantes com frequência em Mogadíscio nos últimos tempos em sua campanha para derrubar o governo apoiado pelo Ocidente e impor um regime com base na interpretação rígida da lei islâmica.

"Primeiro ocorreram duas explosões, uma explosão com uma bicicleta e uma com um carro, do lado de fora do prédio, depois combatentes armados invadiram. O conflito continua", disse o major da polícia Ali Nur.

No fim de março, militantes do Al-Shabaab atacaram um hotel na capital da Somália usando tática parecida, primeiro com explosões e depois invadindo o local. Catorze pessoas morreram no ataque ao hotel Maka al-Mukaram./ REUTERS

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