Ataque mata 12 militantes no Iêmen; ministro escapa de atentado

Um grupo de homens armados atacou a tiros o carro do ministro da informação do Iêmen, Ali al-Amrani, quando deixava seu gabinete na capital nesta terça-feira, mas ele escapou sem ferimentos da tentativa de assassinato, disse um assessor.

MOHAMMED GHOBARI E MOHAMMED MUKASHAF, REUTERS

31 de janeiro de 2012 | 15h26

No sul do Iêmen, pelo menos 12 militantes da Al Qaeda, incluindo quatro líderes locais, foram mortos em um ataque de um avião não-tripulado, numa das maiores ações desse tipo em território iemenita. Acredita-se que os Estados Unidos estejam por trás desses ataques.

Os dois incidentes foram uma amostra dos problemas de segurança no Iêmen, os quais vêm alarmando a Arábia Saudita, potência regional, e os Estados unidos.

Quanto ao ataque ao ministro, não ficou imediatamente claro quem teria sido o responsável. Depois de uma onda de protestos contra o governo, Al-Amrani abandonou o partido governista Congresso Geral do Povo, do presidente Ali Abdullah Saleh, que está deixando o cargo, e passou para a oposição.

Al-Amrani se tornou ministro da Informação no governo de coalizão, formado por integrantes da oposição e do partido governista, como parte do acordo assinado por Saleh para transferir o poder a seu vice, Abd-Rabbu Mansour Hadi, com o objetivo de evitar uma guerra civil.

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