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Ataques aéreos da França matam ao menos 33 militantes do EI em 3 dias

Segundo Observatório Sírio para Direitos Humanos, número de baixas do grupo extremista pode ser maior pois há corpos que ficaram completamente destroçados

O Estado de S. Paulo

18 de novembro de 2015 | 08h37

BEIRUTE - Ataques aéreos realizados por jatos franceses e outras forças mataram pelo menos 33 militantes do Estado Islâmico (EI) na cidade de Raqqa, reduto do grupo na Síria, nos últimos três dias, informou o grupo de monitoramento Observatório Sírio para Direitos Humanos nesta quarta-feira, 18.

A ONG, que citou ativistas da região, considera que pode haver um número maior de baixas do EI pois há corpos que ficaram totalmente destroçados. A maior parte dos radicais morreu em ataques contra os postos de controle da organização jihadista.

O Observatório também informou que membros do EI e dezenas de famílias de importantes membros começaram a deixar a cidade de Raqqa em direção a Mossul - também controlada pelo grupo extremista -, no Iraque, por preocupações com segurança.

Segundo o grupo de monitoramento, além dos ataques aéreos da França, aviões de guerra de outro país bombardearam a cidade, mas não se sabe sua origem. A Rússia anunciou na terça-feira que havia aumentado os bombardeios contra as posições dos extremistas em território sírio.

O EI reivindicou a autoria dos atentados de sexta-feira em Paris, que deixaram pelo menos 129 mortos e 352 feridos. /REUTERS e EFE

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