REUTERS/Fawaz Salman
REUTERS/Fawaz Salman

Atentado duplo mata 41 jovens milicianos que queriam entrar para o Exército do Iêmen

Grupo jihadista Estado Islâmico assumiu autoria do ataque em comunicado, mas sua autenticidade ainda não foi verificada

O Estado de S. Paulo

23 Maio 2016 | 09h29

SANA - Pelo menos 41 candidatos que tentavam entrar para o Exército do Iêmen morreram nesta segunda-feira, 23, na cidade de Áden em dois atentados consecutivos. Ataques foram realizados contra dois grupos de jovens milicianos que pretendiam ingressar nas fileiras do Exército regular, segundo fontes do Ministério da Saúde e militares.

Em comunicado, cuja autenticidade não pôde ser verificada, o grupo jihadista Estado Islâmico assumiu a autoria do duplo atentado. Os jihadistas identificaram o terrorista Abu Ali al Adani como um dos responsáveis.

As fontes, que acrescentaram que pelo menos outras 36 pessoas ficaram feridas nos ataques, explicaram que o primeiro atentado aconteceu contra a antiga Delegacia de Polícia de Badr, que acolhe agora a 39ª Brigada de Encouraçados, comandada pelo general Abdallah al Subehi, e localizada no bairro de Jur Maksar, próximo ao aeroporto.

A fonte de segurança disse que o ataque foi realizado com uma bomba colocada em frente ao prédio, embora anteriormente tenha indicado que o atentado havia sido conduzido por um suicida ao volante de um carro-bomba.

Minutos depois, uma segunda explosão causada por um suicida com um cinto de explosivos surpreendeu outro grupo de milicianos que queriam regularizar sua situação e estavam em frente à casa do general Abdallah al Subehi, também no bairro de Jur Maksar.

Fontes médicas confirmaram a quantidade de vítimas, mas não detalharam o número de mortos em cada um dos ataques. /EFE

Mais conteúdo sobre:
atentadoEstado IslâmicoIêmen

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.