Atentados matam pelo menos 31 pessoas em Bagdá

Dois carros-bomba explodiram na manhã de domingo em Bagdá matando pelo menos 31 pessoas, pondo fim a um período de relativa calma desde o fim do mês sagrado muçulmano de Ramadan. As maiores explosões na capital do Iraque em um mês ocorreram em um momento em que as autoridades de segurança iraquianas estão tentando estabilizar Bagdá com a saída dos militares norte-americanos da região.

AE-AP, Agência Estado

19 de setembro de 2010 | 09h58

Pelo menos dez pessoas morreram quando um carro bomba explodiu no oeste de Bagdá na região de Mansour. Outras dez ficaram feridas. As autoridades de segurança estão investigando se esta explosão foi o trabalho de um suicida que teria como objetivo uma área comercial próximo a uma loja da AsiaCell, uma das maiores empresas de telefones celulares do Iraque.

A explosão foi tão forte que grandes partes de concreto caíram dos prédios vizinhos e suas janelas de vidro ficaram estilhaçadas.

Minutos depois, outro carro bomba explodiu na praça Adan, no norte de Bagdá, na região de Kazimiyah, matando pelo menos 21 pessoas e ferindo mais de 70. Dois policiais morreram na explosão. Ninguém assumiu a autoria dos dois atentados deste domingo que seguiram a declaração do presidente norte-americano Barack Obama de que as operações dos Estados Unidos no Iraque terminaram dia primeiro de setembro.

No início da manhã de domingo, duas pessoas que estavam em um mini ônibus morreram quando uma bomba colocada na rua explodiu, na região de Shula, noroeste de Bagdá. As informações são da AP.

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