Atirador da sinagoga em Pittsburgh, nos EUA, responde perguntas de juiz numa cadeira de rodas

Atirador da sinagoga em Pittsburgh, nos EUA, responde perguntas de juiz numa cadeira de rodas

O ataque antissemita é considerado o mais grave da história no país

O Estado de S. Paulo, O Estado de S.Paulo

29 de outubro de 2018 | 17h48

WASHINGTON - O acusado de matar 11 pessoas em uma sinagoga em Pittsburgh, Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi levado à corte pela primeira vez nesta segunda-feira, 29, em uma cadeira de rodas. O ataque antissemita é considerado o mais grave da história no país.

Robert Bowers, 46 anos, falou pouco durante a audiência, que durou três minutos. Ele basicamente deu respostas como “sim” e “sim, senhor” a questões processuais levantadas por um juiz federal.

O atirador foi detido logo depois da chacina, no sábado 27 pela manhã. Bowers enfrenta 29 acusações, entre elas o homicídio de 11 pessoas – a maior parte das vítimas era idosa.

De acordo com a polícia local, o atirador disse que odiava os judeus porque eles estavam "cometendo genocídio com seu povo". O homem teria gritado ao invadir a sinagoga: "Todos os judeus devem morrer".

Postagens em redes sociais atribuídas a Bowers indicam que ele também tem posições anti-imigrantes e antimuçulmanos. / AFP

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