EFE/ Jim Lo Scalzo
EFE/ Jim Lo Scalzo

Atirador de Las Vegas era um 'doente', afirma Trump

Antes de viajar para Porto Rico, presidente americano disse nesta terça-feira que Stephen Paddock, de 64 anos, era uma pessoa 'demente, com muitos problemas'; segundo Trump, as leis sobre armas serão discutidas 'com o passar do tempo'

O Estado de S.Paulo

03 Outubro 2017 | 10h51
Atualizado 03 Outubro 2017 | 15h47

WASHINGTON - O atirador que matou 59 pessoas e deixou mais de 500 feridos ao abrir fogo contra a multidão que assistia a um festival de música em Las Vegas era "um doente, um demente", afirmou nesta terça-feira, 3, o presidente americano, Donald Trump. O presidente se recusou a chamar o incidente de terrorismo interno e disse que as leis americanas sobre armas serão discutidas eventualmente. “Iremos falar sobre leis de armas com o passar do tempo”, disse Trump a repórteres, na Casa Branca.

Com 1 atirador em ação por dia, debate sobre porte de armas retorna nos EUA

"Era um homem doente. Um homem demente, com muitos problemas", disse Trump  sobre Stephen Paddock, de 64 anos, que cometeu suicídio em seu quarto de hotel após o maior massacre da história recente dos Estados Unidos. Questionado se o ataque a tiros foi um ato de terrorismo interno, o presidente acrescentou:"Estamos tratando de um indivíduo muito, muito doente", completou o presidente americano, momentos antes de partir para Porto Rico.

Investigadores nos EUA tentam determinar nesta terça-feira o que teria motivado Paddock, um contador público aposentado sem filiação política ou religiosa conhecida, a cometer o massacre, reivindicado sem provas pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI), em uma afirmação desqualificada pelas autoridades americanas.

A polícia informou que Paddock usou um martelo para destruir as janelas de seu quarto, no 32º andar do hotel Mandalay Bay pouco depois das 22 horas de domingo (2 horas de segunda, em Brasília) e atirar com armas automáticas contra o público de 22 mil pessoas que assistiam o festival de música em um espaço do outro lado da rua. / AFP e Reuters 

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