Atirador mata três e fere cinco em fábrica nos EUA

Um homem com um rifle de assalto entrou atirando em uma fábrica do grupo sueco ABB, hoje, na cidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, por volta das 6h30 (8h30 de Brasília). Três pessoas morreram e cinco estão feridas.

AE-AP, Agencia Estado

07 de janeiro de 2010 | 16h43

O porta-voz do corpo de bombeiros, Bob Keuss, identificou o suspeito como Timothy Herndon, de Webster Groves. Informações da imprensa dizem que ele foi funcionário da ABB, o que ainda não está confirmado. Os nomes das vítimas não foram divulgados.

O site do jornal "St. Louis Post-Dispatch" diz que alguns funcionários correram para o telhado para escapar dos tiros, enquanto outros se esconderam em salas no interior do prédio. Pessoas que estavam no local disseram que o homem usava um casaco e carregavam uma arma semiautomática. Dezenas de veículos de emergência circundavam a área da fábrica.

O grupo ABB fabrica transmissores de energia e equipamentos de automação industrial. Na fábrica de St. Louis, ela produz transformadores, segundo informações de seu site. Cerca de 270 pessoas trabalham na fábrica.

A ABB tem operações em quase cem países e emprega cerca de 120 mil pessoas. Em outubro do ano passado, a empresa informou ganhos de mais de US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.

Thomas Schmidt, porta-voz corporativo da ABB em Zurique, Suíça, afirmou hoje em comunicado que a empresa recebeu informações sobre o ataque. "Obviamente, esta é uma situação muito séria e estamos trabalhando para reunir mais informações na medida em que elas se tornam disponíveis", diz o comunicado. "A segurança se nossos funcionários é de extrema importância para nós."

A notícia de que Herndon, possível atirador, teria sido responsável pela chacina deixou os vizinhos perplexos em Webster Groves, um subúrbio de alto padrão em St. Louis. Muitos moradores descreveram Herndon como um pai de família trabalhador, que sustentava uma casa confortável para sua esposa e o filho do casal. "Ele era um ótimo vizinho. Nós nunca tivemos problemas com ele", disse Glennon Meyer, um aposentado de 71 anos.

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