Ativista morre depois de meses em greve de fome

Barry Horne, um conhecido ativista britânico dos direitos dos animais, morreu hoje depois de alguns meses em greve de fome, informou o Serviço Penitenciário da Grã-Bretanha. Horne, de 49 anos, estava preso por ter liderado uma campanha de ataques com bombas caseiras que causou danos de cerca de US$ 4,4 milhões ao comércio da ilha britânica Isle of Wight. Ele cumpria uma pena de 18 anos de prisão. Segundo uma porta-voz do Serviço Penitenciário, que pediu para não ser identificada, Horne, que morreu em conseqüência de um problema renal, estava em greve de fome desde o verão (boreal). A fonte, no entanto, não soube informar há quantos dias o ativista estava sem se alimentar. Horne, um dos mais conhecidos ativistas dos direitos dos animais da Grã-Bretanha, negava ter liderado os protestos em Isle of Wight, assim como uma outra acusação, a de ter plantado bombas, que não detonaram, na cidade de Bristol, no sul da Inglaterra. Horne realizou sua primeira greve de fome em 1998, exigindo que o governo formasse uma comissão real para examinar o uso de animais em pesquisas. Ele abandonou a greve depois de 68 dias sem se alimentar.

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