Ato contra China marca feriado comunista em Hong Kong

Ato contra China marca feriado comunista em Hong Kong

Manifestantes saem às ruas para protestar contra Pequim no dia que marca a vitória de Mao Tsé-tung contra os nacionalistas em 1949

O Estado de S. Paulo

01 de outubro de 2014 | 07h56


HONG KONG - Milhares de manifestantes pró-democracia tomaram as ruas de Hong Kong nesta quarta-feira, alguns deles zombando das celebrações do Dia Nacional, num momento em que as manifestações se espalhavam para uma nova área da cidade, elevando a pressão sobre o governo em Pequim.

O objetivo dos manifestantes tem sido ocupar partes da cidade, inclusive ao redor do distrito financeiro, no centro, para expressar a fúria pela decisão da China de limitar as opções dos eleitores na eleição de 2017 para o governo local.

Muitos temiam que a polícia usasse a força para expulsar a multidão antes do início das comemorações nesta quarta do aniversário da fundação da República Popular da China, pelo Partido Comunista, em 1949. Esses temores se mostraram infundados.

Nem os trovões, os raios e a chuva pesada fizeram naufragar a determinação dos manifestantes, que se abrigaram debaixo de passagens cobertas enquanto policiais observavam passivamente nas proximidades.

Radiante, o dirigente de Hong Kong, Leung Chun-ying, nomeado por Pequim, apertou a mão de simpatizantes, agitando a bandeira chinesa, mesmo quando os manifestantes que querem que ele renuncie: "Queremos democracia de verdade." / REUTERS

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