Shannon Stapleton/AP
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Audiência de Strauss-Kahn nos Estados Unidos volta a ser adiada

Defesa do ex-diretor do FMI acredita que promotores possam arquivar processo até 23 de agosto

Agência Estado

26 de julho de 2011 | 17h56

NOVA YORK - A aguardada audiência do ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn em um tribunal de Nova York, onde responde por acusações de agressão sexual, foi adiada por mais três semanas para que a promotoria dê continuidade às investigações do caso.

 

Os advogados de defesa de Strauss-Kahn informaram nesta terça-feira, 26, que concordaram com o adiamento da audiência de 1º para 23 de agosto. Eles manifestaram a expectativa em que até lá os promotores tenham decidido pelo arquivamento do processo. A promotoria pública de Manhattan não comentou o adiamento.

 

No início de julho, a promotoria queixou-se que a acusação havia perdido força pelo fato de a acusadora de Strauss-Kahn ter mentido sobre seu passado e por ter feito relatos inconsistentes sobre o que aconteceu depois do encontro.

 

O ex-diretor-gerente do FMI nega que tenha agredido sexualmente uma ex-camareira de um hotel de Nova York. O incidente ocorreu em 14 de maio. Ele chegou a ser preso, mas posteriormente foi preso mediante pagamento de fiança de US$ 1 milhão. Ele é acusado de delitos semelhantes também em seu país natal.

 

No domingo e na segunda, a acusadora, a camareira guineana Nafissatou Diallo, de 32 anos, falou pela primeira vez em público em entrevistas à revista Newsweek e ao canal ABC. As informações são da Associated Press.

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