Aumenta rigor na importação de produtos japoneses

Alguns países passaram a restringir as compras de itens alimentícios produzidos nas áreas próximas da usina nuclear de Fukushima, no Japão, afetada pelo terremoto e pelo tsunami do dia 11 de março. Já outros países passaram a exigir certificados de alimentos livres de radiação.

GABRIELA MELLO, Agência Estado

25 de março de 2011 | 09h10

Hoje, o Vietnã pediu às companhias japonesas que garantam que os embarques de alimentos não estejam contaminados, de acordo com informações da imprensa estatal do país. "Nós pedimos às empresas de importação e exportação do Japão que forneçam certificados de segurança radioativa para seus alimentos", disse Nguyen Cong Khan, diretor da agência de Administração Alimentar do Ministério de Saúde. "E as empresas concordaram", acrescentou, de acordo com informações da agência de notícias Vietnam News.

Hoje também, o Ministério de Agricultura e Silvicultura da Nova Zelândia informou que está testando alguns alimentos japoneses importados, com o objetivo de verificar se há contaminação radioativa. O governo afirmou, em nota, que contatou os importadores de produtos do Japão e está trabalhando conjuntamente para garantir que determinados itens sejam inspecionados.

"O ministério não identificou qualquer alimento importado do Japão que represente um risco à saúde dos neozelandeses", informou a nota. A Nova Zelândia compra pouquíssimos produtos do Japão, como algas, saquê, shoyu e gengibre em conserva. As informações são da Dow Jones.

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