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Aumento de tropas contribuiu para sucesso de missão

Cenário:

Lourival Sant?Anna, O Estadao de S.Paulo

15 de março de 2010 | 00h00

A invasão do Iraque completa sete anos no sábado. O aspecto de Bagdá mudou muito pouco desde a guerra. A maioria dos prédios destruídos não foi reconstruída. Serviços básicos como água e luz seguem precários. Todo o esforço dos americanos e dos governos iraquianos concentrou-se em não sucumbir e perder o controle para a resistência, a Al-Qaeda, as milícias xiitas apoiadas pelo Irã e os baathistas, ligados ao antigo regime.

Cerca de 3 mil militares americanos mortos e bilhões de dólares depois, o governo americano prepara-se finalmente para a sonhada retirada do Iraque. Isso foi possível graças a três coisas: o aumento do número de soldados americanos, de 100 mil para 120 mil, em 2007; a aliança com líderes tribais reunidos no movimento Despertar; e a evolução no treinamento de militares e de policiais iraquianos - que somam hoje 197 mil e 600 mil homens, respectivamente.

Os chamados grupos insurgentes estão longe de ser eliminados, mas os sinais da redução de sua influência são visíveis. No domingo da eleição, eles não conseguiram evitar que 62% dos iraquianos saíssem para votar, apesar de seus ataques, que deixaram 38 mortos - dos quais, 25 na explosão de uma bomba num prédio residencial em Bagdá.

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