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Austrália avalia se unir ao escudo antimísseis dos EUA

O país não usaria o escudo para desenvolver uma estratégia global de defesa

EFE

24 de fevereiro de 2008 | 01h39

O Governo da Austrália avalia participar com os Estados Unidos em um escudo antimísseis limitado, para proteger as tropas australianas, disse o ministro de Exteriores australiano, Stephen Smith. Smith, em declarações divulgadas pelo canal de televisão "Channel Nine", disse que a Austrália não usaria esse escudo para desenvolver uma estratégia global de defesa. O ministro australiano - que no sábado passado se reuniu com o secretário americano de Defesa, Robert Gates - assinalou que o escudo antimísseis foi um dos assuntos que abordaram, e assegurou que a decisão da Austrália fazer parte com os EUA será meditada. Quando o atual primeiro-ministro Kevin Rudd, vencedor das eleições realizadas em novembro do ano passado, estava na oposição, manifestou sua preocupação perante a possibilidade de utilizar mísseis de defesa, como estratégia de defesa global, por causa de seu custo e duvidosa efetividade. Smith destacou que a tecnologia melhorou e pode ser útil em zonas de guerra e em áreas nas quais as tropas australianas realizam missões para a manutenção da paz.

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